Como liberar dinheiro ou bens de um falecido sem inventário?
Perder um ente querido já é difícil, e ainda ter que lidar com burocracia pode tornar tudo ainda mais cansativo. Muitos herdeiros não sabem, mas em alguns casos, é possível levantar valores em conta bancária ou transferir veículos sem precisar de um inventário completo.
HERANÇA
Perder um ente querido já é difícil, e ainda ter que lidar com burocracia pode tornar tudo ainda mais cansativo. Muitos herdeiros não sabem, mas em alguns casos, é possível levantar valores em conta bancária ou transferir veículos sem precisar de um inventário completo.
Isso pode ser feito através de um alvará judicial, uma autorização da Justiça que permite a liberação de dinheiro de contas bancárias do falecido, transferência de veículos e outros bens de forma mais rápida e econômica.
Quando o alvará judicial é possível?
Se o falecido deixou apenas um saldo bancário ou um veículo e não há outros bens a serem partilhados, o alvará pode ser a solução ideal. Isso evita um inventário, que pode ser mais demorado e caro.
O que pode ser resolvido com um alvará?
Levantar dinheiro da conta bancária do falecido
Transferir veículo do falecido para um herdeiro ou terceiro
Resgatar valores de previdência complementar sem beneficiário indicado
Quanto tempo leva?
O tempo pode variar de acordo com o tribunal e a complexidade do caso, mas, em muitos casos, o processo pode ser resolvido em poucos meses, enquanto um inventário pode levar anos.
O que acontece se não fizer o pedido?
Se os herdeiros não solicitarem a liberação dentro do prazo legal, podem enfrentar dificuldades para acessar esses bens no futuro, além de juros e encargos que podem surgir no caso de veículos e contas bancárias. Se o automóvel não for regularizado, além do bloqueio administrativo por causa do óbito, o órgão de trânsito poderá apreendê-lo e levá-lo para o pátio caso seja abordado por uma fiscalização.
Se você tem dúvidas ou precisa liberar valores ou bens de um falecido, me chame no WhatsApp agora. Posso te orientar sobre o melhor caminho e agilizar essa solução para você e sua família.
Olá! Me chamo Carlos Oliveira e me identifico muito com as pessoas que perderam uma pessoa querida, porque um dia eu também perdi.
Apesar do tempo ter passado, ainda amo o meu bisavô paterno. Mas como nada foi feito, hoje não temos nenhuma lembrança material do legado que ele deixou e tudo se perdeu pela falta do inventário.
Por essas perdas e outras, aprendi que um dos meus dons é aliviar o fardo e as dificuldades das pessoas com tato e focado no bem-estar do outro. Então, por que não trazer isso para a vida profissional?!


